5.22.2009

Correntes de Esperança

Por quanto tempo jogados nas sombras?
Renegando a nós mesmos?

Escravos alguns dizem, escravos!
Escravizados pelo que? Por essas correntes feitas de esperanças?
Escravos de que?

Acho que acabei de entender,
Somos escravos dessa idéia, a idéia de liberdade,
Alguns dizem que a devemos procurar assim
Outros dizem que a devemos procurar assado

Que a liberdade é isto, que a liberdade é aquilo
Estarão todos certos? Estarão todos errados?

Acho que acabei de entender, isso é a escravidão
A vida toda sonhando, idealizando, liberdade não se alcança
liberdade simplesmente é,
não deve ser procurada, é simplesmente vivida

logo nos vemos, acorrentados à liberdade
paradoxal talvez,

Perdi e perdi, tudo aquilo que sempre quis,
procurei onde não devia, onde nada havia
A alegria no final, estava ali, em cada simples dia...

3 comentários:

Victor disse...

Muito interessante a sua filosofia, meu caro!
O interessante é que onde você diz liberdade, poderíamos trocar por felicidade em vários trechos... ela também simplesmente é, e não devemos procurá-la, ou se vive feliz ou não se vive feliz.
Muito, muito, muito legal mesmo cara!
parabéns!

mateusrn disse...

Salve! Saudações minhas e da Mi.

Ótimo poema, muito bom mesmo. Agora que estou de volta vou participar do teu blog, e se tu quiseres, tu serás bem-vindo no meu também!

Abraço.

Bruno Solís disse...

outro lindo!